Immer Treu

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XI ENCONTRO – 2015

In Encontro dos Mayrink on 11/09/2015 at 20:28

XI ENCONTRO DOS MAYRINK – 2015

Data: 06 de setembro – Domingo
Local: Dores de Campos – MG

Inscrições: confirme aqui sua participação.

Informações e Detalhes do evento

Local: sítio do Afonso Mayrink – Dores de Campos – MG
Grande área para se acampar (para aqueles que gostam).
A casa acomoda 14 pessoas em camas (sem falar em colchões espalhados no salão).
Na lagoa terá um pedalinho e um barco.
As crianças poderão aproveitar num pequeno parquinho próximo à casa.
Ah!!!! quem gostar de pescar pode tentar pegar os peixes da lagoa.
Não há internet no local. Celular só da Vivo, assim mesmo tem que se buscar um lugar alto para conseguir sinal. É para descansar mesmo.

A família proprietária do imóvel e todos nós aqui da região estamos aguardando, com entusiasmo, esse grande dia.

Churrasco acompanhado de arroz, farofa, salpicão, salada e vinagrete. Sobremesa inclusa.
Bebida não inclusa. Cerveja, refrigerante e água, por conta de cada participante.


Valor:
Crianças acima de 10 anos: R$15,00 | Adultos: R$30,00

Mais informações:

José Carlos Mayrink – 32.8876-4999 (Vivo) | 32.8831-8481 (Oi)

Brindes: Cada participante deverá levar um brinde para o sorteio.

Fotos do local

      


Esperamos todos vocês!

Anúncios

Alto Astral

In Publicidades on 06/11/2014 at 09:37

Novela com direção de Fred Mayrink.

Novela

Novela

Saiba mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alto_Astral

X Encontro – 2014 – Carona Solidária

In Encontro dos Mayrink on 07/10/2014 at 15:59

CARONA para o X Encontro dos Mayrink, em Montes Claros – MG

Carona


Pessoal, tem muita gente querendo participar do encontro, mas ainda não sabe como ir.
Quem estiver indo de carro, e tiver vagas para caronas, compartilhe para que todos possam se organizar.

X Encontro dos Mayrink – 2014 – Votações encerradas

In Encontro dos Mayrink on 17/09/2014 at 10:02

Data escolhida:
11 de outubro – Sábado

X Encontro dos Mayrink – 2014 – Votações abertas

In Encontro dos Mayrink on 01/09/2014 at 16:19

Poemas & Canções

In Publicidades on 27/06/2014 at 11:10

Lançamento do livro Poemas & Canções, da autora Wilza Mayrink, dia 28 de junho, no auditório da OAB – Ponte Nova-MG.

Lançamento do livro Poemas & Canções Lançamento do livro Poemas & Canções

Para adquirir o livro, entre em contato através do site: www.wilzamayrink.com.br

Livro

O Barbeiro de Sevilha – Theatro Municipal de Sabará

In Publicidades on 24/06/2014 at 17:12
O Barbeiro de Sevilha

Direção de Cena e Geral: Francisco Mayrink

Wikipédia

In Wikipédia on 12/12/2013 at 14:23

Estamos na Wikipédia!

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mayrink_%28Von_Meyerinck%29

 

Wikipédia

Música – Carmem Miranda

In Música on 12/12/2013 at 14:14

Música – As Cinco Estações do Ano – Carmen Miranda

 

Carmen Miranda – Sou a Mayrink popular e conhecida
Toda a gente fica louca, sou querida até no hospício
E quando chega sexta-feira, hein! Dona Clara
Sai até tapa na cara, só por causa do Patrício
Transmite PRA-K (KKKK) Transmite PRA-K (KKKKKK)…

Está chegando a hora!!!

In Encontro dos Mayrink on 11/09/2013 at 14:17

Pessoal! Alterações de última hora!

Fiquem atentos aos e-mails.

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Dia 28 de setembro

Na cidade de Sabará – MG
IX Encontro dos Mayrink – 2013

Para garantir a sua participação no IX Encontro dos Mayrink – 2013, preencha o formulário com todos os seus dados e de todos os membros da sua família (separadamente).

A organização precisa das informações para controle do número de participantes, crachás, brindes e possíveis caronas.

Pedimos a gentileza de preencher o formulário no máximo até o dia 22/09, para que possamos tentar organizar as caronas, caso seja possível.

Atenção:
– Não haverá custo algum cobrado pela organização, para participar do encontro.
– O esquema será igual aos últimos encontros realizados – lanche compartilhado (cada família deverá levar lanche e bebidas).
– Cada participante deverá levar um brinde para o nosso sorteio e brincadeiras.
– Cada família irá por conta própria. Não teremos transporte como tivemos em outros encontros anteriores. Tentaremos organizar caronas para quem necessite.
– O endereço do sítio, em Sabará, será divulgado em breve.

Novas informações serão divulgadas em breve.

IX Encontro dos Mayrink – 2013 – Votação

In Encontro dos Mayrink on 14/03/2013 at 14:15

…………………………………………….

Votações Encerradas

…………………………………………….

Participe da enquete e escolha a data para a realização do
IX Encontro dos Mayrink – 2013

As votações se encerram no dia 31/05/13.

Camisas – Pedidos

In Agita Galera! on 26/09/2012 at 20:13
Informamos que as encomendas devem ser feitas com Wilkson, através do e-mail silkandosete@yahoo.com.br, ou do telefone  (31) 9298-0639 (de preferência enviar msg).
A mais simples, preta com silk branco, modelo masculino e baby look, está saindo a R$16,00.
É preciso que alguém se habilite a pegar os pedidos e fechar a encomenda. Por isso abrimos este espaço de trocas e discussões.

VIII Encontro dos Mayrink – 2012

In Encontro dos Mayrink on 20/08/2012 at 09:33

Próximo Encontro
VIII ENCONTRO DOS MAYRINK – Piquenique – 2012
Cidade: Belo Horizonte
Data: 01 de dezembro
O local será enviado por e-mail, por questões de segurança.
Aguardem as informações.

 

 

 

VOTAÇÕES ENCERRADAS!

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Estamos nos preparando para mais um encontro.
Estão abertas as votações!

Deixe aqui seu comentário. Vamos trocando ideias!

Livro “DOUSSEAU: ENTER – FRANCESES NO IMPÉRIO DO CAFÉ”

In Publicidades on 10/04/2012 at 10:44

Uma saga que engloba não apenas uma família específica de imigrantes, os DOUSSEAU, mas também um momento particularíssimo da história franco-brasileira, ainda que restrita à grandeza infinita da vida de um grande número de famílias vindas da mesma região (Périgord ou Dordogne) e estabelecidos na Zona da Mata mineira, com passagem intrigante pelo Vale do Paraíba.

Essa história tocará particularmente a região que inclui as cidades de Bicas, Maripá de Minas, Rochedo de Minas, Guarará e Argirita. Mas também localidades como Taruaçú, Carlos Alves e o povoado dos Machados.

E tocará pelo coração. Coração que acompanha o ritmo do homem buscando terra, pouso e sustento. Coração que pulsa mais forte sob os apitos da maria-fumaça e o extenso verde dos cafezais que um dia fizeram da região um “Recanto dos Barões”. Trazendo quem sabe, de volta à vida, pelo resgate histórico, as “cidades mortas” de Monteiro Lobato.

Você certamente apreciará!

Autora:  Marly Dousseau Mayrink
Publicado pela Editora “Usina de Letras”.
Contato: mmmayrink@hotmail.com

VII Encontro dos Mayrink – 2011

In Encontro dos Mayrink on 27/09/2011 at 15:32

Estamos nos preparando para mais um encontro.

Resultado das votações
Cidade escolhida: Belo Horizonte

Dia da semana: Sábado
Data: 12 de novembro


Aguarde novidades!

 

 

VOTAÇÕES ANTERIORES ENCERRADAS

João Carlos Mayrinck – o Visconde de Mayrinck

In Membros Ilustres on 04/12/2010 at 20:12

João Carlos Mayrinck – o Visconde de Mayrinck
Irmão do Conselheiro Mayrink, e sobrinho de Marília de Dirceu.
Leia mais…

 

Conselheiro Francisco de Paula Mayrink

In Membros Ilustres on 04/12/2010 at 20:09

Banqueiro, empresário, conselheiro do Império e político brasileiro.
Leia mais…

Marília de Dirceu – o livro

In Marília de Dirceu on 04/12/2010 at 20:04

Obra poética de Tomás Antônio Gonzaga.
Texto proveniente da Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro.

Acesse aqui.

Dirceu de Marília – Liras

In Marília de Dirceu on 04/12/2010 at 19:58

Um verdadeiro presente para quem aprecia a admirável Marília de Dirceu.
Acesse aqui.
Créditos: Marly Mayrink

Gustav Meyrink

In Membros Ilustres on 04/12/2010 at 19:50

Gustav Meyrink, pseudônimo de G. Meyer, (Viena, 19 de janeiro de 1868 – Stanberg, 4 de dezembro de 1932) foi um escritor do gênero literatura fantástica. Aos dezesseis anos de idade, mudou-se para Praga a fim de iniciar seus estudos de administração e lá permaneceu algum tempo. Meyrink desenvolveu seu gosto pela literatura fantástica nesta época, quando influenciado pelo ambiente citadino em que se inseria. No início, suas obras eram como sátiras não muito sublimes a respeito da sociedade; depois, suas obras sofreram um aperfeiçoamento com toques de ocultismo e misticismo.

Obras
Der Golem (1915)

Das grüne gesicht (1916)

Walpurgisnacht (1917)

Referências: http://s348070795.onlinehome.info/m/gustav-meyrink/

Wilson Mayrink

In Membros Ilustres on 14/10/2010 at 11:37

PROFESSOR WILSON MAYRINK

O professor Wilson Mayrink é Mineiro de Ponte Nova, Médico pela UFMG (1951), Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e Professor Emérito da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi Professor Catedrático da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e Professor Titular do Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade federal de Minas Gerais. Recebeu diversos prêmios e honrarias pelo mérito científico de suas pesquisas e é detentor de patentes e autor de mais de 160 artigos científicos em revistas indexadas e mais de duas centenas de trabalhos em congressos nacionais e internacionais. Orientou 11 dissertações de Mestrado e 13 Teses de Doutorado. Formou recursos humanos, sendo que vários grupos de pesquisa espalhados pelo país, foram criados a partir de suas orientações.

 

Pai orgulhoso de dez filhos (seis adotivos), Wilson Mayrink recorda:

“Passei por várias áreas da Medicina, mas nunca me encontrava, até me ver largado em um laboratório. Foi aí que desenvolvi o interesse pela pesquisa. Como não gostava quando meus pacientes perguntavam o preço da consulta ou do tratamento, parei de clinicar e virei cientista de vez (…)”.

Assim é o nosso querido Prof. Mayrink, como é conhecido de todos no Brasil e no Mundo. Sincero! Temperamental! Forte! e Persistente!!! Um verdadeiro cientista, Parasitologista e Tropicalista!

O interesse de Wilson Mayrink pela Leishmaniose foi despertado em 1962, com a visita ao Brasil do professor Saul Adler, da Universidade Hebraica de Jerusalém. O professor logo se juntou à equipe do professor Adler na montagem de um Centro de Estudos em Leishmanioses e começou essa caminhada que já dura mais de 48 anos de atenção principalmente ao povo pobre, sobretudo aquele do Vale do Rio Doce. Em 1965, Mayrink e o epidemiologista Paulo Araújo Magalhães da Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (SUCAM) iniciaram estudos na Zona do Vale do Rio Doce, sobre a profilaxia da Leishmaniose Visceral (calazar), doença causada por Leishmania
chagasi. De 1965-1971, trataram cerca de 360 casos da doença, somente no município de Caratinga (MG). Como a exterminação dos cães tem importância no controle da doença, 180 mil cães foram examinados, sendo 7% sacrificados, pela SUCAM.

Mayrink recorda que já precisou ameaçar uma pessoa de apresentá-la como responsável pela possível contaminação de toda uma região, para obter concordância dela para o sacrifício de seu cão.

“Não imaginava que um cachorro tivesse papel tão importante para uma família”.

Para evitar a propagação da doença, foram aplicadas as medidas recomendadas por Deane em 1956: tratamento dos doentes, controle dos vetores pela dedetização das áreas residenciais e anexos, sendo estabelecida desde então rigorosa vigilância epidemiológica. Em seis anos de trabalho, a LV foi controlada naquele município.

Nesta mesma época começava a saga da Vacina Anti Leishmaniose Tegumentar.“A maioria das pessoas não acreditava que pudéssemos chegar os resultados, que chegamos. Muitos ainda não dão valor à vacina por ter sido desenvolvida por brasileiros sem apoio e sem as condições de trabalho dos grupos estrangeiros que, mesmo assim, não conseguiram resultado tão satisfatório. Enquanto isso não ocorre, a doença se espraia, fazendo a festa da indústria farmacêutica estrangeira” afirma Mayrink .

 

As pesquisas do Prof. Mayrink tiveram início por volta de 1963 quando o ele organizou o Laboratório de Leishmaniose do Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (ICB/UFMG). Suas pesquisas resultaram no desenvolvimento da Leishvacin®, a única vacina existente no mundo de comprovada eficácia contra esse protozoário. Só que o descaso das sucessivas gerências para com a saúde impediu a sua produção em larga escala. Sempre polêmico e contestador frente às políticas públicas de saúde, o Prof. Mayrinktrabalha a 48 anos na busca da cura e da prevenção das leishmanioses e se diz realizado com a autorização do Ministério para a produção da Vacina como um imunoterápico:

“Fora a família, foi o maior prêmio da minha vida”.

Prof. Wilson Mayrink, persistiu junto ao Ministério da Saúde para que assumisse a produção e incluísse a vacina no calendário brasileiro de imunização para indivíduos de áreas endêmicas. As áreas de maior ocorrência da doença hoje localizam-se no Norte, Nordeste e parte do Sudeste e Centro Oeste, principalmente nas regiões agrícolas, favelas e localidades negligenciadas de saneamento básico. Somente no Brasil, as autoridades de Saúde Pública estimam aparecimento de 35 mil novos casos por ano. Em Minas Gerais, mais de 400 municípios já detectaram a doença, que ocorre em 12 milhões de pessoas em 88 outros países.

A partir de 1971, os esforços se concentraram na coordenação de um grande estudo, ainda na região Do Vale do Rio Doce, para testar a eficácia da vacina contra a Leishmaniose tegumentar americana (LTA), depois em Viana (ES), Manaus (AM) e Belo Horizonte (MG). Após a realização dos primeiros testes, ocorreram inúmeros aperfeiçoamentos na vacina. Na Amazônia, os testes foram realizados em soldados do Comando Militar da Amazônia, em região endêmica do estado do Amazonas.

Em 1987 o então superintendente de Campanhas de Saúde, Josélio de Carvalho Branco, informou ao ministro da Saúde, Roberto Santos, sobre o sucesso da aplicação em larga escala da Leishvacin. A OMS autorizou a fabricação da vacina pela extinta Bioquímica do Brasil S/A (Biobrás). Passaram-se quatro anos e o MS suspendeu a autorização para sua produção, sem informar os motivos. Quando a produção foi desautorizada pelo MS, um dos maiores parasitologistas do país, o professor Amílcar Viana Martins, afirmou que a vacina tinha grande valor social, científico e econômico.

A vacina foi reconhecida pelo Programa de Pesquisa de Doenças Tropicais (TDR/OMS), mas apesar disto o prof. Mayrink teve que arcar com recursos próprios para o desenvolvimento de seu trabalho e com apoios da UFMG, FAPEMIG e UFOP. No Ambulatório Paulo Magalhães, em Caratinga/MG, Mayrink ainda cuida dos pacientes, usando a vacina produzida por ele no laboratório da UFMG ainda artesanalmente, e com medicamentos cedidos pelo Ministério da Saúde, Secretaria Estadual e Municipal de Saúde, entre outras. Atende em torno de 15 a 60 novos casos/mês. Alguns precisam percorrer até 200 Km para receber o tratamento. Muitos desistem e o próprio Mayrink já custeou deslocamentos de pacientes. O medicamento padrão para o tratamento é ainda à base de antimônio: Glucantime®, altamente tóxico. Seu uso apresenta restrições para gestantes, idosos, cardíacos, recém-nascidos, diabéticos e portadores de doenças imunossupressoras. Só em 2000, o MS registrou 14 óbitos causados pelo uso do antimônio e, em 2001, o número aumentou para 17. Segundo Mayrink os médicos não estão preparados para lidar com a doença e o seu tratamento.

Em 1988, Paulo Magalhães deixou a FUNASA, e o prof. Mayrink, com o apoio daquela instituição, da Prefeitura de Caratinga e do seu eterno braço direito, Jair Cecílio de Paula, assumiu o serviço. Técnico da Funasa, Jair acompanha há 40 anos o trabalho do prof. Mayrink.

“Nós já combinamos, o dia que um parar, o outro pára também”.

Cerca de oito mil casos de leishmaniose foram tratados pelo prof. Mayrink e o Jair, sem nenhum acidente. Como a vacina desenvolvida por Mayrink não tem contra-indicações, ela é a única maneira de tratar pacientes que não podem receber o antimônio. De acordo com o professor, o resultado final é cerca de 100% eficiente na cura da doença e, quando antimônio e vacina são usados juntos, além da diminuição da dose de antimônio, o tempo gasto é menor do que quando se usa só o antimônio. Já quando somente a vacina é usada no tratamento, o processo de cura é mais lento, pois depende do estado imunológico do paciente.

“A vacina é capaz de levar à cura da lesão e também pode produzir um estado de resistência à doença”, observa Mayrink.

Já aposentado, o professor Wilson Mayrink ainda vai diariamente ao ICB para dar continuidade às pesquisas. Nenhuma administração investiu até hoje neste trabalho, e todos que tomam conhecimento dele afirmam que, se a Leishmaniose contaminasse gente rica, não faltariam recursos para financiar dezenas de pesquisas, como ocorre com outros agravos.

A chamada Leishvacin® foi por algum tempo, produzida pela extinta Biobrás S/A somente para a realização de ensaios clínicos. A produção em escala comercial ainda é um sonho. Mesmo com a qualidade reconhecida pela OMS e posteriormente pelo MS, a vacina anti-leishmaniose que, em 1999, recebeu o Prêmio de Inovação Tecnológica do Sebrae/MG, não é produzida em escala comercial.

Em 1991, a Biobrás S/A passou a ser a empresa responsável pela produção da vacina sob as condições G.M.P. (Good Manufaturing Pratices), que comercialmente nunca foi feita.

Sebrae premia projetos da UFMG 

Professor Wilson Mayrink, do ICB, foi premiado   por ter desenvolvido vacina contra a leishmaniose

A UFMG foi a grande vencedora da primeira edição do Prêmio Inovação Tecnológica, promovido pelo Sebrae Minas. Prof. Wilson Mayrink, do departamento de Parasitologia do ICB, foi o vencedor na categoria Instituição Tecnológica. Mayrink é coordenador da equipe de pesquisadores que desenvolveu a primeira vacina no mundo contra a leishmaniose.

“É o reconhecimento de uma luta de 29 anos”, definiu o professor, que concluiu seus estudos na década de 80. A vacina foi testada na Amazônia – onde reduziu em cerca de 50% a incidência da doença entre militares do exército – e na região de Caratinga,  com resultados igualmente animadores. Além disso, a vacina não é tóxica, nem provoca efeitos colaterais. O prof. Mayrink não perdeu as esperanças de ver a vacina utilizada em larga escala no Brasil.

Publicamos os primeiros trabalhos em 1979, mas a autorização só saiu agora em 2001, conta Mayrink. Entretanto desde a publicação dos primeiros artigos, os países do Oriente com alta incidência de leishmaniose tegumentar passaram a fabricar a vacina. Foi uma luta de várias décadas para conseguir autorização para um trabalho que já estava dando certo“.

O uso da Vacina como um imunoterápico foi liberado pelo Ministério da Saúde em : Diário Oficial da União – 31/10/2001-Secão 1 – Resolução – RE 1.759.

Mayrink continua trabalhando com a vacina na área do Rio Doce, para onde viaja até os dias de hoje,  já com 86 anos.

Homenagem ao professor Wilson Mayrink
Fonte: http://www.chagasleish2010.com.br/homenagem/

Brasão Mayrink

In Brasão - Imagens e Versões on 14/10/2010 at 10:22

Versão enviada por Pablo Mayrinck

Rafael Mayrinck

In Membros Ilustres on 14/10/2010 at 10:09



A primeira biografia acadêmica é de Rafael Mayrinck, bacharel em Letras, Filosofia e Direito, estudante brilhante da Sorbonne, em Paris, fez carreira diplomática. Ao tempo do chanceler Barão do Rio Branco foi 2o Oficial, conhecendo de perto o trabalho do extraordinário titular. Serviu em Bruxelas, Bogotá e em Caracas.

Freqüentando Petrópolis, como veranista, seguindo o modismo daqueles dias, foi convidado a integrar a Associação de Ciências e Letras, tomando posse a 3 de maio de 1925, saudado por Mário Dias e seu patrono, que escolheu, foi o Barão do Rio Branco.

Autoridade em Direito e Política Internacional, Mayrinck colaborou em muitos jornais do País e do Exterior, principalmente na França e nos países sul-americanos.

No dia 6 de janeiro de 1926 foi eleito presidente da Associação de Letras, compondo sua Diretoria com os prestigiosos nomes de Walter Bretz, Eugênio Libonatti e Reynaldo Chaves. Com um bom trabalho, foi reeleito, dirigindo a entidade até dezembro de 1928, quando passou a presidência para Nair de Teffé Hermes da Fonseca.

Durante a sua gestão a Associação conseguiu junto ao Governo do Estado do Rio de Janeiro a cessão do salão nobre do Grupo Escolar D. Pedro II, em caráter permanente para as sessões administrativas, festivas e permissão para manter a secretaria e o acervo naquela dependência.

Em fevereiro de 1927 Mayrinck presidiu a posse de Antônio Joaquim de Paula Buarque, recebido por Paulo Rudge, Padre Lúcio Gambarra, recebido por Alfredo Rudge, procedeu à eleição de Sylvio de Abreu Fialho, Armando Lima, Adrien Delpech e Paim Pamplona, estes dois últimos de vida efêmera como acadêmicos.

Em junho de 1927 promoveu grande festa junina onde mesclaram-se festejos populares com intelectuais de muito sucesso e tudo foi possível graças às contribuições de empresários da cidade, com destaque para o Banco de Petrópolis, a Cervejaria Bohêmia e a Companhia Brasileira de Energia Elétrica.

Concluído seu mandato, Rafael Mayrinck continuou com sua residência de verão e, aos poucos, foi deixando a cidade.
O verão de Petrópolis tinha dessas coisas.

A pequena biografia foi extraida do informe acadêmico de nosso atual presidente na sessão literária de 16 de setembro de 1995. O trabalho foi publicado na Revista n. 18, do ano de 1996, páginas 7 a 18.

Créditos: Pablo Mayrinck – mayrinck@hotmail.com

66 Anos de Comemoração do Museu da Inconfidência

In Marília de Dirceu, Publicidades on 19/08/2010 at 20:05

Clique na imagem para ampliar.

Mairinque – SP

In Lugares on 05/06/2010 at 00:17

Mairinque – São Paulo

A cidade de Mairinque, foi fundada em 1890 pelo Conselheiro Francisco de Paula Mayrink, que como Diretor da Ferrovia, construiu uma pequena vila com 100 casas para os operários. A maioria dessas moradias centenárias ainda existem.


Vila Mayrink. O nome do município é uma homenagem ao conselheiro do Império do Brasil, Francisco de Paula Mayrink. Leia mais.

Marília – SP

In Lugares, Marília de Dirceu on 05/06/2010 at 00:10

Cidade de Marília – São Paulo


O nome do município é uma homenagem à Marília de Dirceu. Leia mais.

Missa na Capela Mayrink

In Capela Mayrink on 26/05/2010 at 10:28

Marília de Dirceu

In Marília de Dirceu on 30/04/2010 at 15:40

Maria Dorotéia Joaquina de Seixas (Marília) e Tomás Antônio Gonzaga (Dirceu)

Tomás Antônio Gonzaga nasceu em Porto, Portugal, em 1744. Formou-se em direito na Universidade de Coimbra em 1769, e chegou a Vila Rica somente em 1782, como ouvidor.

Era também exímio poeta, e, na sua moradia, na atual rua Cláudio Manuel 61, reuniam-se os intelectuais da época em Vila Rica. No prédio existe afixada uma placa comemorativa na qual se lê:

“Aqui viveu Tomáz Antônio Gonzaga 1782 – 1788”.

Nas proximidades morava, em casa de parentes, Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, órfã de mãe, naquela época com quinze anos de idade. A casa onde morava foi derrubada, e no seu lugar fica a Escola Estadual Marília de Dirceu. Fala-se, no entanto, em reconstruir a casa antiga, transferindo a escola.


Maria Dorotéia nasceu em Vila Rica em 1767, e sabe-se que foi batizada na Igreja de Nossa Senhora do Pilar.

Ao lado da casa de Tomás Antônio Gonzaga, moravam primas de Maria Dorotéia, as quais visitava com freqüência. Uma manhã, quando as moças colhiam rosas no jardim, Maria Dorotéia feriu-se num espinho, e, ao ver o sangue, gritou por socorro, apavorada. Tomás Antônio Gonzaga, que no momento estava no seu jardim, pulou o muro e ofereceu a sua ajuda. Enamorou-se logo da bela e encantadora moça. Carinhosamente, enrolou o seu lenço em volta da mão da mocinha, depois de ter beijado a ponta do dedo machucada.

Violentamente apaixonado, começou a escrever fogosos poemas de amor sobre Maria Dorotéia, a qual chamava de Marília, e sobre si mesmo, a quem chamava de Dirceu.

No início, a jovem não parecia absolutamente corresponder aos sentimentos do poeta, mas, aos poucos, acabou cedendo ao bem apessoado, esbelto, quase quarentão, Tomás Antônio Gonzaga. No entanto, a sua família nobre opôs-se ao casamento, alegando que a ascendência e a posição econômica do pretendente eram inferiores às de Maria Dorotéia. Também temiam que um belo dia, Tomás Antônio Gonzaga pudesse querer voltar para Portugal, e assim, a família ver-se-ia obrigada a separar-se de Maria Dorotéia.

Dois anos se passaram antes que, finalmente, os amorosos pudessem proclamar o seu noivado. O casamento deveria realizar-se no dia 31 de maio de 1789, mas, no dia 23 de maio, Tomás Antônio Gonzaga foi preso, levado para o Rio de Janeiro e, em 1792, deportado por dez anos para Moçambique, sem jamais ter podido rever a sua jovem noiva.

Durante os primeiros tempos depois da prisão de Tomás Antônio Gonzaga, Maria Dorotéia vivia na esperança de que o seu noivo fosse ser solto.

Escrevia-lhe cartas enquanto ele estava preso na Ilha das Cobras, e recebeu também dele algumas cartas e poemas. Dizem que Tomás Antônio Gonzaga teria mandado recado para Maria Dorotéia, pedindo-lhe que o acompanhasse, como sua esposa, para Moçambique. No entanto, ela teria recusado, alegando sentir vergonha da sua falta de hombridade durante o julgamento quando negou, o tempo todo, ter participado na conjuração contra Portugal.

Malgrado isso, não se esqueceu do seu Dirceu que, com os seus poemas, a tornara, a ela, Marília, imortal.

Pouco depois da chegada ao local da deportação, Tomás Antônio Gonzaga adquiriu uma grave doença que por pouco não lhe custou a vida.

Um comerciante português apiedou-se do doente, levando-o para a sua casa. Ali Tomás Antônio Gonzaga foi carinhosamente tratado pela jovem filha do comerciante, Juliana de Souza Mascarenhas. Em 1793, casou-se com ela e teve do casamento várias filhas.

Depois de ter exercido a profissão de advogado, foi nomeado, em 1808, juiz alfandegário em Moçambique.

Morreu em 1810 ou 1811. Seus restos mortais repousam agora no mausoléu do Museu da Inconfidência em Ouro Preto.

Tomás Antônio Gonzaga é considerado um dos maiores poetas neo-clássicos da língua portuguesa de todos os tempos. O livro “Marília de Dirceu” foi publicado em Lisboa em 1792, no mesmo ano em que o desditoso combatente pela liberdade e poeta foi deportado para a África.

Dizem que ainda hoje pode ser visto, alto, moreno e sempre sobriamente vestido de preto e branco, caminhando pelas ruas de Ouro Preto à procura de sua Marília.

Durante os 10 anos de deportação do noivo, Maria Dorotéia retirou-se de Vila Rica, indo viver numa das fazendas de seu pai. Existem documentos que indicam que, depois disso, na companhia de uma tia, teria procurado licença para viajar para a África, provavelmente para reunir-se a Tomás Antônio Gonzaga.

Maria Dorotéia jamais se casou, mantendo-se fiel a Tomás Antônio Gonzaga pelo resto da vida.

Mulher idosa, Maria Dorotéia trajava sempre uma capa preta e longa, um lenço de seda preta encobria os seus cabelos brancos quando, diariamente, ia assistir à missa na Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Ali, preferia sentar embaixo do coro ou perto do altar lateral, dedicado à Nossa Senhora da Boa Morte. Dedilhando um rosário de prata, dizia as suas preces. Dizem também que, de vez em quando, cheirava um pouco de rapé que levava numa caixinha.

Maria Dorotéia chegou a ver a libertação do Brasil de Portugal em 1822 e morreu só em 1853, aos 86 anos de idade.

Foi enterrada dentro da Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Mais tarde, os seus restos mortais foram transferidos para o Museu da Inconfidência.

Livro: Vila Rica – Ouro Preto – Verdade e lenda
Autora: Maj Gustafson
Ano: 1978

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Casa de Tomás Antônio Gonzaga

Nos dias atuais, a grande e bela casa onde viveu o ouvidor e inconfidente Tomás Antônio Gonzaga é sede da Secretaria de Turismo, Industria e Comércio. A casa possui uma área chamada de “jardim suspenso”. Também é estratégica a sua localização. Das sacadas do segundo andar, tem-se uma excelente vista da célebre Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis e da Igreja de Santa Efigênia. Tomás Antônio Gonzaga viveu nessa casa apenas no período em que exerceu seu cargo de Ouvidor. Quando foi preso, Vila Rica já possuía outro magistrado, que ocupava o imóvel destinado à residência dos Ouvidores.

Álbum de fotos. Confira!

Povoado Mayrink – MG

In Lugares on 30/04/2010 at 15:20
Mayrink – Povoado pertencente ao município de Carlos Chagas – MG
Foto: Geraldo Mayrink / Priscila Mayrink
Foto: Geraldo Mayrink / Priscila Mayrink
Povoado de Mayrink na Estrada Nanuque-Mayrink (BR- 418)
Povoado de Mayrink na Estrada Nanuque-Mayrink (BR- 418)

Saiba mas sobre o município de Carlos Chagas – MG
Clique aqui

Conselheiro Mairinck – PR

In Lugares on 12/04/2010 at 13:59

Conselheiro Mairinck
Paraná – PR

Histórico
Gentílico: mairinquense
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Conselheiro Mayrink, pela lei estadual nº 790, de 14-11-1951, subordinado ao município de Japira.
Pela lei estadual n.º 253, de 26-11-1954, o distrito de Conselheiro Mayrink foi transferido do município de Japira, para constituir o novo município de Jaboti.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o distrito de Conselheiro Mayrink, figura no município de Jaboti.
Assim permencendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Conselheiro Mairinck, pela lei estadual nº 4245, de 25-07-1960, desmembrado do município de Jaboti. Sede no antigo distrito de Conselheiro Mairinck. Constituído do distrito sede. Instalado em 03-12-1961.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Assim permencendo em divisão territorial datada de 2007.
Transferência distrital
Pela lei estadual n.º 253, de 26-11-1954, transfere o distrito de Conselheiro Mayrink do município de Japira para o de Jaboti.

Créditos: Marly Maria Mayrink

Instituto Educacional Mayrink Vieira

In Publicidades on 09/01/2010 at 16:41

Uma das principais escolas do Vale do Aço.

Ipatinga – MG

Saiba mais sobre o Instituto Educacional Mayrink Vieira:

http://www.mayrink.g12.br/historia.asp

Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor

In Rádio Mayrink Veiga on 09/01/2010 at 16:09

Nos microfones da Rádio Mayrink Veiga…

Nos microfones da Rádio Mayrink Veiga...

Imagens da minissérie “Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor”, protagonizada por Adriana Esteves e Fábio Assunção, e exibida pela rede Globo em janeiro de 2010.

A produção contou a história do casal de artistas que teve uma conturbada separação e diversas brigas públicas.

“Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor”

Nos microfones da Rádio Mayrink Veiga...

… “A voz de Dalva se encaixa perfeitamente nas canções e, em uma apresentação na Rádio Mayrink Veiga, o grupo ganha do apresentador César Ladeira o apelido Trio de Ouro.”

Rádio Mayrink Veiga

In Rádio Mayrink Veiga on 09/01/2010 at 15:51

Praça Mauá, Rio de Janeiro. Década de 30, auge do rádio no Brasil. Surge, em 1926, umas das mais importantes rádios da época antes da chegada da “caixa de pandora”. Campeã de audiência, a Rádio Mayrink da Veiga projetou grandes nomes da música popular brasileira e botou a boca no microfone em um Brasil prestes a cair nas garras da ditadura e repressão.

Particularmente, com duas décadas de existência, não pôde acompanhar a saga da rádio no Brasil. Talvez restam ainda alguns que vivenciaram a chegada deste veículo no País. Os relatos e livros ajudam a entender um pouco esta história.

A primeira transmissão de rádio no Brasil ocorreu em 7 de setembro de 1922, durante as comemorações do centenário da independência. O discurso do presidente da República, Arthur Bernardes, e a obra “O Guarani” foram transmitidas juntamente com as apresentações de Pixinguinha e os Oito Batutas. Essa transmissão ocorreu apenas para despertar a curiosidade dos brasileiros. As transmissões de rádio começaram pra valer em 1923.

A música faz parte das transmissões radiofônicas desde o princípio e em trinta anos mostrou-se parte fundamental do desenvolvimento da música popular brasileira. Os anos 20 foram especiais para o meio artístico, com a criação das gravações elétricas e o surgimento da publicidade comercial nas rádios. Um novo mercado para os músicos. Por coincidência ou não, o apogeu do rádio foi uma das melhores fases da música popular brasileira e o declínio de um foi a decadência da outra.

Dois dos músicos brasileiros, Benedito Lacerda e Waldiro Frederico Tramontano, o Canhoto do Cavaquinho, são hoje referencias para músicos e estudiosos da música popular brasileira. Estes músicos, em 1930, compunham o grupo Gente do Morro que, durante meio século, fez sua carreira na rádio. Em 1964, com o golpe militar, o Regional de Canhoto perdeu seu espaço no programa “Noites Brasileiras” na Rádio Mayrink da Veiga. Nomes como Cauby Peixoto, Ângela Maria, Max Nunes – o maior criador de humor do rádio -, Mário Lago, Renato Murce – grande revelador de calouros -, Janete Clair, Helena Sangirardi, Ary Barroso e tantos outros que seduziram o povo brasileiro através do rádio.

É também na década de 20, mais precisamente em 1924, no início das transmissões, que a rádio começou a vislumbrar a “interferência” que encontraria. Em novembro deste ano, o decreto n.° 16.657 foi assinado pelo presidente Epitácio Pessoa, aprovando o regulamento dos serviços de rádio. O decreto, dentre outras exigências, permitia apenas concessões às sociedades nacionais e transmissões em português.

A capacidade do rádio de alcançar milhares de pessoas ao mesmo tempo despertou o interesse do governo para usá-la como aliada na formação de uma unidade cultural. Não existia melhor veículo na época para falar diretamente a um País com alto índice de analfabetismo. Pelo decreto de 1924 as rádios deveriam ter fins educativos, científicos, artísticos e de benefício público.

Sem qualquer acordo ou discussão prévia, era expressamente proibido propagar notícias de caráter político sem a permissão do governo. Em caso de guerra ou qualquer tipo de confusão política o governo tinha o direito total sobre as emissoras, podendo suspender o funcionamento, utilizá-la ou cassar sua concessão. Foi neste clima amigável que a rádio no Brasil desenvolveu-se. Não precisou muito tempo para sua expansão e as primeiras polêmicas.

No governo Vargas o controle das rádios ficou nas mãos do presidente. As programações sofreram mudanças radicais. A começar pela exigência de contrato e salário fixo para os artistas que se apresentavam na rádio. As maiores rádios, entre elas a Mayrink da Veiga, recebiam verba federal. É nesta fase que os programas radiofônicos – musicais, humorísticos, radionovelas e programas jornalísticos – invadem a casa de milhares de brasileiros, já apaixonados por rádio.

Na década de ouro do rádio, anos 30, o Brasil vibra com a transmissão da Copa do Mundo da França. O Rio destaca-se como ícone do crescimento da rádio através das emissoras Tupi, Nacional e Mayrink da Veiga. A cobertura jornalística marca história na Segunda Guerra Mundial. Um fato curioso deixa claro a influência cultural da rádio carioca no País. Por muito tempo, Recife, Salvador e Fortaleza tiveram um grande aumento no número de torcedores do Flamengo, Botafogo e Vasco.

Aqueles que apostaram na decadência da rádio após a chegada da televisão erraram feio. A TV chegou ao Brasil para estar nas casas dos que tinham dinheiro para pagar os caríssimos e limitados aparelhos. Na época, os radinhos à pilha começam a fazer sucesso e as três maiores rádios do Rio já alcançavam Estados do Nordeste, Norte, Sul e Centro-Oeste com suas ondas.

Não demorou muito para a Rádio Mayrink passar por cima das exigências do governo. Brizola foi eleito deputado federal com votação histórica. Em novembro de 1963, lançou pela Rádio Mayrink da Veiga a proposta de criação dos Grupos de Onze para defender as conquistas democráticas, as reformas de base e a libertação nacional. Fez isso nas portas da ditadura, como notícia ruim o fato se espalhou assustadoramente por todos os Estados da Federação.

Os udenistas revoltados, em primeira instância aguardaram uma decisão do ministro da Justiça, Abelardo Jurema, de sobreaviso. Se nenhuma atitude fosse tomada, seria solicitada a suspensão das atividades da emissora, assim como um processo ao deputado Leonel Brizola por crime contra a segurança nacional incitando as Forças Armadas à rebelião.

No período da ditadura Brizola foi exilado mas as atividades da Rádio Mayrink continuaram. Nos altos e baixos da história brasileira, a rádio permaneceu firme, algumas “interferências” e “falhas de transmissão” sempre existiram. Mas esta rádio, como uma das maiores da fase de ouro do veículo, serviu como elemento de integração e consolidação da cultura nacional.

Texto de Ana Paula Ramos
Fonte: http://www.canaldaimprensa.com.br

Um lugar chamado Recanto

In Publicidades on 14/11/2009 at 12:00

Espetáculo escrito e dirigido por Fred Mayrink

recanto

VI Encontro dos Mayrink – Fotos do Sítio

In Encontro dos Mayrink on 29/09/2009 at 18:58

Pessoal!

Seguem as fotos do sítio São João Batista, onde será realizado o VI Encontro dos Mayrink.

Veja aqui.

VI ENCONTRO DOS MAYRINK – Transporte / Carona

In Encontro dos Mayrink on 14/09/2009 at 20:50

Pessoal,
Temos Mayrinks vindo de outros estados, outras cidades, e precisamos do apoio de todos.
Estamos fazendo os orçamentos de transporte, mas vamos deixar esse fórum aberto para o contato da galera.
Quem for de carro, e tiver vagas sobrando, dê carona.
Vamos trocar as figurinhas aqui.
Abraço a todos.

VI Encontro dos Mayrink – Informações

In Encontro dos Mayrink on 12/09/2009 at 00:39

Informações e divulgação:
Encontro dos Mayrink – 2009

ATENÇÃO!!! C O N F I R M A D O !

In Encontro dos Mayrink on 01/08/2009 at 13:49
ATENÇÃO!!!   C O N F I R M A D O !
VI ENCONTRO DOS MAYRINK

Data: 03/10/2009 – sábado
Horário: a partir das 12 horas
Local: Barroso – MG (sítio a ser divulgado em breve)
Convite: R$20,00 (sem bebida*) | R$30,00 (com bebida*)
*Bebida: cerveja
Criança até 10 anos não paga.
Cardárpio: churrasco, arroz, vinagrete e farofa.
Em breve divulgaremos os dados da conta para depósito, e os mapas de acesso ao sítio.
Levar brindes para sorteios.
ATENÇÃO!!!   C O N F I R M A D O !
VI ENCONTRO DOS MAYRINK
Data: 03/10/2009 – sábado
Horário: a partir das 12 horas
Local: Barroso – MG (sítio a ser divulgado em breve)
Convite: R$20,00 (sem bebida*) | R$30,00 (com bebida*)
*Bebida: cerveja
Criança até 10 anos não paga.
Cardárpio: churrasco, arroz, vinagrete e farofa.
Em breve divulgaremos os dados da conta para depósito, e os mapas de acesso ao sítio.
Levar brindes para sorteios.
Informações e contato: mayrinks@gmail.comATENÇÃO!!!   C O N F I R M A D O !
VI ENCONTRO DOS MAYRINK
Data: 03/10/2009 – sábado
Horário: a partir das 12 horas
Local: Barroso – MG (sítio a ser divulgado em breve)
Convite: R$20,00 (sem bebida*) | R$30,00 (com bebida*)
*Bebida: cerveja
Criança até 10 anos não paga.
Cardárpio: churrasco, arroz, vinagrete e farofa.
Em breve divulgaremos os dados da conta para depósito, e os mapas de acesso ao sítio.
Levar brindes para sorteios.
Informações e contato: mayrinks@gmail.comATENÇÃO!!!   C O N F I R M A D O !
VI ENCONTRO DOS MAYRINK
Data: 03/10/2009 – sábado
Horário: a partir das 12 horas
Local: Barroso – MG (sítio a ser divulgado em breve)
Convite: R$20,00 (sem bebida*) | R$30,00 (com bebida*)
*Bebida: cerveja
Criança até 10 anos não paga.
Cardárpio: churrasco, arroz, vinagrete e farofa.
Em breve divulgaremos os dados da conta para depósito, e os mapas de acesso ao sítio.
Levar brindes para sorteios.
Informações e contato: mayrinks@gmail.comVI ENCONTRO DOS MAYRINK
Data: 03/10/2009 – sábado
Horário: a partir das 12 horas
Local: Barroso – MG (sítio a ser divulgado em breve)
Convite: R$20,00 (sem bebida*) | R$30,00 (com bebida*)
*Bebida: cerveja
Criança até 10 anos não paga.
Cardárpio: churrasco, arroz, vinagrete e faroATENÇÃO!!!   C O N F I R M A D O !
VI ENCONTRO DOS MAYRINK
Data: 03/10/2009 – sábado
Horário: a partir das 12 horas
Local: Barroso – MG (sítio a ser divulgado em breve)
Convite: R$20,00 (sem bebida*) | R$30,00 (com bebida*)
*Bebida: cerveja
Criança até 10 anos não paga.
Cardárpio: churrasco, arroz, vinagrete e farofa.
Em breve divulgaremos os dados da conta para depósito, e os mapas de acesso ao sítio.
Levar brindes para sorteios.
ATENÇÃO!!!   C O N F I R M A D O !
VI ENCONTRO DOS MAYRINK
Data: 03/10/2009 – sábado
Horário: a partir das 12 horas
Local: Barroso – MG (sítio a ser divulgado em breve)
Convite: R$20,00 (sem bebida*) | R$30,00 (com bebida*)
*Bebida: cerveja
Criança até 10 anos não paga.
Cardárpio: churrasco, arroz, vinagrete e farofa.
Em breve divulgaremos os dados da conta para depósito, e os mapas de acesso ao sítio.

Boca Livre!

In Agita Galera! on 05/04/2009 at 01:20

boca-trombone1

Agita Galera! é o espaço para discussões sobre os mais variados assuntos.

É pra botar a “boca no trombone” pessoal!

Fontes Mayrink – Caxambu – MG

In Fontes Mayrink on 28/03/2009 at 14:47

Fontes Mayrink – Caxambu – MG

As fontes Mayrink I, II e III foram captadas na última década do século XIX. O pavilhão quadrado baseia–se na arquitetura do Arco do Triunfo em Paris.

As fontes prestam homenagem a um grande empresário e figura importante nos negócios do Império, o Conselheiro Francisco de Paula Mayrink, que foi um grande benfeitor da Estância, que a ele muito deve. Seu nome nas 3 Fontes Mayrink é uma homenagem de grande justiça.

Fontes Mayrink

Foto: Clara Mayrink

Fonte Mayrink I
A água dessa fonte é indicada para a garganta.

Fonte Mayrink II
A água mineral desta gruta é acídulo-gasosa e radioativa, e é um ótimo colírio,
desafia qualquer irritação nos olhos.

Fonte Mayrink III
Sua água mineral é neutra e sem gás.
Atualmente é utilizada para engarrafamento,
banhos no balneário e abastece também a piscina do Parque das Águas.

VI Encontro dos Mayrink |

In Encontro dos Mayrink on 28/03/2009 at 14:27

Em breve

| VI Encontro dos Mayrink |

Aguardem!

Genealogia Mayrink

In Genealogia on 28/03/2009 at 14:22

Espaço para troca de informações, pesquisas, buscas de nomes, etc.
Assim vamos completando a genealogia da família Mayrink.
Contamos com a colaboração de todos.

Árvore Genealógica

Povoado Mayrink

In Placas on 23/03/2009 at 21:01
Mayrink – Povoado pertencente ao município de Carlos Chagas – MG
Foto: Geraldo Mayrink / Priscila Mayrink

Foto: Geraldo Mayrink / Priscila Mayrink

Povoado de Mayrink na Estrada Nanuque-Mayrink (BR- 418)

Povoado de Mayrink na Estrada Nanuque-Mayrink (BR- 418)

Saiba mas sobre o município de Carlos Chagas – MG
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Rua Mairink – Belo Horizonte

In Placas on 22/03/2009 at 00:24
Rua Mairink – Bairro Caiçara – Belo Horizonte – Minas Gerais
Rua Mairink

Rua Mairink - Bairro Caiçara - Belo Horizonte - Minas Gerais

Rua Mairink

Rua Mairink - Bairro Caiçara - Belo Horizonte - Minas Gerais


Capela Mayrink – RJ

In Capela Mayrink on 21/03/2009 at 23:03

A Capela Mayrink é um dos inúmeros recantos encontrados no
Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Capela Mayrink

Capela Mayrink – RJ

Seu interior possui telas de Cândido Portinari.
No altar, painéis de Nossa Senhora do Carmo, São Simão Stock,
São João da Cruz e o Purgatório.

Foi construída na segunda metade do século XIX, na antiga Fazenda Boa Vista. Em 1888, a propriedade foi vendida ao Conselheiro Mayrink, que promoveu uma reforma na Capela e nomeou Nossa Senhora da Conceição como padroeira. A fazenda foi a última a ser desapropriada na Floresta da Tijuca, em 1897. Todas as edificações existentes foram demolidas, só sendo poupados a Capela Mayrink e o Barracão, onde hoje fica a sede administrativa.

Veja mais fotos aqui.

Placas

In Placas on 21/03/2009 at 20:59
Algumas placas com o sobrenome Mayrink,
espalhadas pelas cidades de Ponte Nova – MG e Urucânia – MG.
Placas
Fotos: Marly Mayrink | Montagem: Manoela Mayrink

Brasão Mayrink

In Brasão - Imagens e Versões on 21/03/2009 at 20:03
Brasão Colorido

Versão feita por Roberto Carlos Teixeira - RJ

Brasão Mayrink

In Brasão - Imagens e Versões on 21/03/2009 at 19:59

brasao_maior2

Immer Treu

In Brasão - Imagens e Versões on 21/03/2009 at 16:20

Immer Treu

Livro dos Salmos:  “Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini Tuo da gloriam.” (Salmo 115,1)…
Significa: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória”.
Ou seja, esse é o mote por trás do Immer Treu|Semper Fidelis. Sempre humilde e fiel aos princípios e a fé.

Créditos do primo Roberto Carlos Teixeira – RJ